Bombeiro estranhou como arma estava na mão da policial, não ter achado o cartucho da bala e o marido ter dito que estava no banho no momento do disparo, mas o local estar seco.
Por Redação g1 SP — São Paulo
O depoimento de um dos bombeiros que atenderam a ocorrência levantou dúvidas sobre o que aconteceu no apartamento onde a soldado da Polícia Militar Gisele Alves morreu baleada na cabeça no bairro do Brás, na região central de São Paulo, no mês passado. Entenda abaixo o que se sabe sobre o caso.
O socorrista achou estranho como a arma estava na mão da policial. Outros fatos chamaram a atenção, como o sangue já estar coagulado, não ter encontrado o cartucho da bala e o marido da vítima ter dito que estava no banho na hora, mas o local estar seco. A defesa do marido diz que ele não é investigado e que tem colaborado com as autoridades.
